Como foi minha experiência de estágio no Egito pela AIESEC - Mundo Viajante

Como foi minha experiência de estágio no Egito pela AIESEC

Publicado em 19/09/2020

Victor Oda, estudante da Federal de São Carlos que realizou um estágio de curta duração no Egito pela AIESEC, conta um pouquinho como foi essa experiência.


sitio arqueologico no egito
Valley of King


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"Meu nome é Victor Oda, tenho 21 anos, estudo o 4 º ano de engenharia de matérias na UFSCAR. Sempre gostei de desenvolver atividades extracurriculares na universidade e isso me ajudou muito a criar uma forma alternativa de ver o mundo. Por isso acabei abrindo a minha cabeça para fazer um intercâmbio para o Egito, já que percebi que isso me levaria a sair da minha bolha cultural.


Estou inserido em um ambiente universitário e faço parte da Enactus (um grupo de extensão de empreendedorismo social), foi assim que acabei conhecendo outros grupos de extensão e especificamente me interessei pela AIESEC no final de 2017. Eu já estava em busca de um intercambio, a ideia inicial era EUA ou Canadá, mas acabei pensando em sair da caixinha “do tradicional” e ter uma experiência diferente.

Eu escolhi realizar um projeto de estágio no Egito para ter uma imersão cultural totalmente diferente, por se tratar de um país ocidental muçulmano, mas a minha intenção primordial era treinar meu inglês independente do lugar que eu fosse. No caso a empresa onde eu trabalhava e os intercambistas que eu convivia também falavam inglês.

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Em geral, minha experiência foi muito boa, principalmente por conta das pessoas sensacionais que conheci lá. Expandir meus horizontes através das pessoas foi o meu ponto alto no Egito.

Em relação a experiência profissional, eu esperava muito mais, uma cobrança maior, porém por não ser um trabalho remunerado eles acabam te cobrando menos.


O meu processo de candidatura foi bem tranquilo: Eu vi o programa, me interessei pelo programa, me candidatei no site, alguém veio falar comigo, eu enviei alguns documentos e depois já veio a parte da entrevista. As perguntas foram clássicas: Porque eu queria participar do programa, em que pontos isso me agregaria e qual era o meu perfil. Sinceramente, eu estava com receio dessa entrevista, mas foi bem tranquila.

Eu desenvolvi um projeto na área de Marketing mesmo estudando engenharia, porém eu já trabalhava com empreendedorismo social. Apesar disso eu não tinha o marketing aflorado, mas como meu avô tem uma loja de pesca na Liberdade -SP, eu queira desenvolver um projeto nessa área para dar um retorno para a loja quando eu voltasse.

O meu cargo era como especialista de marketing em uma escola de inglês, onde minhas principais funções eram analisar os problemas da empresa e ver o que poderíamos melhorar. No fim eu percebi que o ponto que eu mais desenvolvi foi a comunicação, já que o maior desafio é a oratória em inglês.


Minha vida mudou com essa experiência: Saber que existe muito mais coisas no mundo e que por ficarmos na nossa zona de conforto acabamos também fechando os olhos para todo o resto.

É bizarro ver quantas diferenças temos com outras pessoas mesmo estando no mesmo planeta e não nos damos conta. Entender e compreender que existem essas diferenças foi minha maior mudança de vida, além disso aprender a me adaptar sem impor nada ao outro ao mesmo tempo que absorvi o máximo de conhecimento possível.

Morei com 2 indianos, 2 chineses, 1 polonês, 1 paquistanês, 2 brasileiros e 1 pessoa de Barrem do Golfo pérsico. Todas essas nacionalidades diferentes que eu vivi e convivi me fizeram aprender muito e isso foi uma experiência foi muito boa.


No Egito os costumes são muito diferentes como por exemplo você sair no meio da tarde para fumar um narguilé e tomar um chazinho. Além disso, lá o pessoal acorda 8h da manhã e trabalha das 10h às 19-21h, e o mais incrível é que o comercio local nunca fecha.

Além da minha experiência profissional, consegui viajar para muitos lugares lindos no Egito e compartilho alguns deles abaixo:

sitio arqueologico no egito
Templo dos Deuses

sitio arqueologico no egito
Templo Abu Simbel

garoto tirando uma selfie em cima de uma montanha
Monte Santa Catarina

tres homens abracados no deserto
Egito

castelo antigo
Egito

piramide e esfinge no deserto
Piramide Gize e Esfinge

Chegando ao fim desse relato, explico: Porque fazer um estágio no exterior pela AIESEC?


1- Língua, poder se comunicar em outra língua de modo profissional.
2- Exterior, culturas diferentes que vão te abrir a cabeça, a imersão cultural.
3- Contatos com diversas pessoas de diversos lugares do mundo.


"SE JOGA NO MUNDO E SEJA FELIZ"


Se você gostou do relato do Victor e quer saber mais sobre a AIESEC e os programas de intercâmbio que eles oferecem é só clicar aqui.

E se você tem interesse em realizar um estágio no exterior como o Victor aproveite a campanha do amigo, é só se inscrever pelo formulário que eles entram em contato.


Fonte fotos: Arquivo pessoal Victor Oda.


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